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CAVALO DOIDO E ZÉ CARADÍPIA Dia 15 de abril no Bruno Kiefer

07 Abr

Zé Caradípia Foto: Rosane Scherer
As sonoridades de ZÉ CARADÍPIA (voz e violão) e da banda de folk rock CAVALO DOIDO serão atração no show que será realizado no dia 15 de abril (domingo), às 19h, no Teatro Bruno Kiefer da Casa de Cultura Mario Quintana. Os ingressos custam R$ 10,00.
Foto: Divulgação artistas/CCMQ
Formada por Jorge Vargas (voz, violão, harmônica e guitarra), Sérgio Gomes (voz e teclados), Hubert Monteiro (contrabaixo) e Jarbas Tróis (bateria), a CAVALO DOIDO (site oficial http://www.crazycavalodoidohorse.com) surgiu em abril de 1996 a partir da proposta dos amigos de longa data Jorge Vargas e Veco Marques de montar um trabalho baseado no folk music, em especial as canções do guitarrista Neil Young. O nome foi uma homenagem ao índio sioux Crazy Horse e na definição do repertorio começaram a surgir composições próprias, inicialmente suportadas por violões e harmônica e depois por mais instrumentos. Vieram o baterista Flavio Big Dog Assis, o baixista Hubert Monteiro e o tecladista Sergio Gomes. E o primeiro show, no teatro do Clube Aliança de Esteio.

Entrou num período freqüente pelos principais bares de Porto Alegre e casas noturnas do interior do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Logo Veco voltou a se dedicar a sua banda principal, a Nenhum de Nós, mas deixou uma forte referência. Fez uma temporada em São Paulo, na FUNARTE – Sala Guiomar Novaes, onde chama a atenção da imprensa local e sai como matéria do caderno Folha Ilustrada da Folha de São Paulo como a banda brasileira que homenageava o compositor/guitarrista canadense Neil Young. Gravou o CD independente “Choice Hum”, com 3 mil cópias e participações de Veco Marques em algumas músicas, João Vicente com sua sanfona e do cantor nativista Neto Fagundes, em “Vento Minuano” (Nação Castilhos). Esta mistura do folk rock com o regionalismo gaúcho gerou muitos elogios, assim como críticas dos mais conservadores.

Em 2004 foi contratada pela gravadora FranDiscos, selo Reação, e lançou o segundo CD, “Caminhos da Alma”, caracterizado pela forca das guitarras e alguns arranjos bastante ousados. Em 2010 a banda se reencontra e recomeça os trabalhos, com um fato absolutamente novo: parou de tocar as musicas do Neil Young e vem com um show baseado nas canções dos dois primeiros CD’s e a releitura de dois compositores brasileiros: Belchior (Como Nossos Pais) e Hermes Aquino (Macchu Picchu), bem como inserções do folker Bob Dylan.

José Luiz Fernandes, mais conhecido pelo pseudônimo de ZÉ CARADÍPIA, atua no meio artístico porto-alegrense desde 1976, quando integrou o grupo Cordas & Rimas. Desde então, em sua trajetória constam muitas participações em eventos culturais, em mais de uma centena de festivais de música, feiras e mostras musicais pelos estados brasileiros, apresentações em teatros do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Goiás e Pernambuco, e uma rápida passagem por Itália, Suíça e Alemanha. Teve seu trabalho como compositor reconhecido nacionalmente através da cantora Zizi Possi, que gravou em disco homônimo “Asa Morena”, considerada pela imprensa nacional uma das cem músicas mais populares do século XX no Brasil. Após lançar três CDs autorais: “Onda Forte” (96), “Retina da Alma” (2001) e “Pintando Falas” (2003), gravou seu primeiro DVD, “Armadilha Zen”, há quatro anos. Em 2011 criou 14 canções sobre os poemas do livro “Mariana”, do escritor canoense de histórias infantis Jairo Luiz de Souza, trabalho que resultou no disco “Mariana” (2012).

Intérpretes gaúchas também gravaram Zé em seus CDs: Loma em seu disco de estreia, em 1983, as canções “Planta Incolor” e “Maré de Novembro”; “Enfeitiçada” e “Corpo Afora” no CD Além Fronteiras; e “Céu da Boca do Canhoto” no CD Ziguezagueando. Nanci Araújo fez sucesso no RS com “Vermelho Paixão”; Flora Almeida, “Estrela Nova” em seu disco de estréia, e “Na Ribanceira” no disco Tudo Beleza. Atualmente, tem se apresentado em ocasiões comemorativas, shows para arrecadação de donativos, feiras de livros, bares e eventos diversos, também atuando como jurado de importantes festivais de música do RS.

Dia: 15 de abril (domingo).
Hora: 19h.
Local: Teatro Bruno Kiefer – 6º andar da Casa de Cultura Mario Quintana (Andradas, 736).
Ingressos: R$ 10,00.

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