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“A Mão do Samba” de Otávio Segala

23 Maio

O Espaço Cultural 512 apresenta:
O Show “A Mão do Samba” de Otávio Segala.
Espaço Cultural 512 (Rua João Alfredo, 512 – Cidade Baixa – Porto Alegre, RS)

Dia 27.05, 21 hs
Mais informações sobre Otávio Segala, acesse: http://www.otaviosegala.com.br
Divulgação no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=PX7z5UYGUew

Foto: Arquivo artista

Sinopse

O show “Mão do Samba” do compositor, intérprete, instrumentista e arranjador Otávio Segala, no formato voz e violão tem 60 minutos de duração. No palco Segala apresentará 13 sambas de sua autoria e em parcerias com os compositores gaúchos Jerônimo Jardim, Sandro Dornelles, Paulo de Tarso Pereira, Clovis Itaquy, Renato Borba, Giovanni Mesquita, a música “Pandeiro de Prata”, do imortal Túlio Piva e 2 textos inéditos de Luis Fernando Veríssimo, que descrevem o nascimento, pseudomorte e o renascimento do samba. As músicas são trabalhadas com as variações rítmicas e influências dos sambistas e outros ritmos negros do sul e batizadas na digital de Otávio Segala.

Apresentação

As palavras de Luis Fernando Veríssimo descrevem o artista Otávio Segala: “Nada contra os roqueiros, mas aleluia. Finalmente um artista disposto a seguir a trilha da música popular brasileira. Otávio Segala não só identificou a trilha no meio de tantas pagadas falsas como vai por ela do seu próprio jeito, sem imitações ou saudosismo. O que distingue a estirpe não é o ritmo, é o gosto pela letra bem achada e melodia inteligente. Bendita Novidade!”

Em sua trajetória musical e dedicação à música popular brasileira como compositor, intérprete, instrumentista e arranjador, Otávio Segala tem dois CDs gravados, “A Bossa do Samba” em 2003 e “Mokambo” em 2008, ambos indicados como melhor CD do ano no Prêmio Açorianos de Música, tendo no segundo recebido também, a indicação de melhor compositor. Seu acervo musical está repleto de obras de excepcional qualidade. Já tocou em vários palcos no Brasil, Alemanha e Japão, onde morou por dois anos.

No palco Segala cria uma maneira única e completa de interpretação. Oferece as músicas interpretadas na poética da fala e musicalmente se expõe de maneira contundente com gestos corporais, através do violão percussivo, na interação com os músicos e numa conversa propriamente dita com o público, dando ao espetáculo a arte da prosa, do verso e da música.

Luís Fernando Veríssimo presenteia Otávio Segala com dois textos inéditos que descrevem o nascimento, a pseudomorte e renascimento do samba, para compor o seu mais novo projeto “A Mão do Samba”. Nesse projeto, Segala une nomes representativos da cultura literária e musical gaúcha através dos dois textos do Veríssimo e da seleção de 13 sambas inéditos, entre eles parcerias com os compositores Jerônimo Jardim, Sandro Dornelles, Mestre Darcy Alves, Clóvis Itaquy, Giovanni Mesquita, Renato Borba e Paulo de Tarso Pereira.

As músicas são batizadas na digital de Segala com as variações rítmicas e influências dos sambistas e outros ritmos negros do sul. O samba de Otávio Segala une o tradicional a sua própria concepção de novidade de música. Tem malemolência, é um samba culto, espontâneo. Começa formal, inverte e descamba para o inusitado com harmonia que se presta ao improviso. A poética não é solta, não é desvinculada de um tema. Seus sambas tanto podem ser arranjados com quarteto de cordas, como com cuíca, reco-reco e frigideira. Tem uma informação cultural imensa, com elementos de influências depuradas. Uma sonoridade personal. Não é mesmeiro, a assinatura é dele. Sua concepção é nova, está na forma sutil, variada de dedilhar o violão, que vai sendo modificado na harmonia de cada nota musical, sem tirar a idéia da composição original. O resultado disso é uma música contemporânea que não renega as raízes do samba e nem as raízes regionais gaúcha.

“A Mão do Samba” é contemporâneo e unificador da manifestação do samba gaúcho em suas variações rítmicas. Mantém a textura cultural e lúdica que traduz o brasileiro que habita aqui e fora do Brasil. Apresenta a tradição histórica e de vanguarda da brasilidade de Otávio Segala, permeando a atualidade econômica, política, sobretudo, social e de desenvolvimento da nossa cultura, como ela é deve ser: como referência de gerações passadas para as gerações novas, mantendo as bases da expressão de um povo de um país. Com isso, acredita-se que este projeto seja relevante e justificável para ser realizado, na medida em que estimula o fortalecimento da diversidade de expressão rítmica/literária e proporciona a divulgação de novos compositores e músicos, com a participação de renomados artistas, que nesse trabalho unem a música e a literatura numa só expressão.

“A Mão do Samba” de Otávio Segala é o Sul se abrasileirando e o Brasil se remetendo até o meridional subtropical.

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