RSS

Porque recebemos só NÃO, para a Cultura?

29 Set

Bacana a lembrança e a matéria. Parabéns!

Até hoje não entendo porque as edições e publicações culturais em Porto Alegre, só viram história depois que acabam… Se foi tão bom e importante, porque ainda sofremos tanto para ter apoio para divulgar CULTURA? E o que faz dos grandes veículos terem cada vez menos espaço pra CULTURA, principalmente a CULTURA local? Mas vamos em frente… Quem sabe um dia o Fala Brasil! também vire livro de registros? Quem sabe depois que ACABAR… Não é SEcretários de Cultura do Estado e do Município?? Precisamos de patrocínio também… SOS 18 anos de FALA BRASIL! Batemos record da resposta “NÃO tem verba”… pro FALA BRASIL! não tem anúncio... ATÉ quando? Algum problema com nosso editorial e com a valorização e visibilidade da Cultura Local? Estamos aguardando respostas amigos da Cultura….

29/09/2012 11:33 – Atualizado em 29/09/2012 12:28

Caderno cultural do Correio do Povo completa 45 anos

Suplemento foi publicado pela primeira vez em 30 de setembro de 1967

Suplemento foi publicado pela primeira vez em 1967
Crédito: Ricardo Giusti / Reprodução / CP

Em 30 de setembro de 1967, o Correio do Povo publicava a primeira edição do Caderno de Sábado, o maior suplemento cultural já produzido no Rio Grande do Sul. Na capa, era estampada uma crônica de Clarice Lispector,

“Para os Ricos que São Bons”. A escritora na época era jornalista e cronista do Jornal do Brasil. Após 646 edições, a circulação do caderno foi interrompida em 10 de janeiro de 1981.

A gênese do caderno partiu da insistência de Paulo Fontoura Gastal e Oswaldo Goidanich com o Dr. Breno Caldas, presidente da Caldas Júnior, por um suplemento literário. Um dia, numa noite de quarta-feira, Breno Caldas passou pelos dois nos corredores da empresa e disse: “vamos fazer aquele caderno a partir de sábado”, dando dois dias para que os dois preparassem o caderno.

Por entre as fileiras de colaboradores do Caderno de Sábado, passaram os principais intelectuais daquela geração dos anos 60 e 70 como Guilhermino César, Moysés Vellinho, Raul Bopp, Paulo Hecker Filho, Donaldo Schüler,
José Hildebrando Dacanal, Gerd Bornheim, Carlos Nejar, Armindo Trevisan, Sérgio Faraco, Herbert Caro, Antônio Hohlfedlt, Luiz Antônio Assis Brasil e Sergius Gonzaga, estes dois últimos atuais secretários de Cultura do Estado e de Porto Alegre.

O secretário estadual de Cultura, Luiz Antônio Assis Brasil, reputa o caderno como o grande fórum de discussões das questões literárias da época. “Não quero ser tão categórico, mas todos os grandes escritores da minha geração foram lançados no Caderno de Sábado. O grande desejo de todo o intelectual e escritor era ter seu texto publicado no caderno”, afirma.

O secretário municipal de Cultura, Sergius Gonzaga, ressalta que o caderno foi um dos grandes responsáveis por divulgar a cultura letrada da época. “O suplemento teve um peso decisivo na divulgação da explosão dos
contistas, poetas e romancistas gaúchos dos anos 60 e 70”, afirma Sergius, lembrando que a divulgação da literatura latino-americana e dos temas de história nacional e internacional, com colaboradores como F. Riopardense de Macedo e Décio Freitas era outro dos pilares da publicação.

O Correio do Povo entrevistou dois colaboradores do Caderno de Sábado, Antônio Hohlfeldt Ney Gastal, que lembraram com saudades da publicação. Clique nos links para ler as entrevistas na íntegra.

Fonte: Luiz Gonzaga / Correio do Povo

 

Advertisements
 

Etiquetas: ,

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

 
%d bloggers like this: