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Projeto “Quarta Livre” música do RS

“QUARTA LIVRE” APRESENTA A NOVA PRODUÇÃO MUSICAL DO RIO GRANDE DO SUL

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Do rock ao pop, passando pela MPB, a nova produção cultural gaúcha começa a dar as caras no projeto Quarta Livre, do Espaço Cultural 512. Os artistas Adriano Trindade e Lara Rossato e as bandas Eletroacordes e Salto Quântico estreiam no palco do projeto dia 17 de fevereiro, a partir das 21h, na Cidade Baixa, em Porto Alegre. A entrada é um quilo de alimento não perecível ou produtos de higiene pessoal, que nessa edição serão doados para a Sociedade Porto-Alegrense de Auxílio aos Necessitados (SPAAN).

A atividade solidária pretende reunir pensadores, escritores, compositores e produtores para um grande encontro cultural. É a cena independente ganhando os palcos de Porto Alegre, a cada uma quarta-feira de cada mês, sempre revelando artistas gaúchos. Antes da apresentação dos artistas, acontece o “Palco Livre” das 19h as 21h, aberto aos músicos por ordem de chegada.

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No projeto Quarta Livre, pela ordem, as atrações confirmadas são:

ADRIANO TRINDADE – Músico brasileiro radicado na Europa desde 2006. Com 4 CD’ s gravados e 1 DVD, em 2015 passou por 22 países na Tour Europa, com 127 shows em 97 cidades diferentes. Fusão de MPB/Balanço e Jazz, Trindade roda o mundo deixando a semente da música brasileira.

LARA ROSSATO – O universo autoral da cantora em todos os seus trabalhos é composto por letras que falam sobre liberdade e amor no cotidiano, escritas com intensidade e clareza com linguagem e sonoridade pop. Com 2 CD´s gravados e trânsito em São Paulo, faz música pop feita por quem ouviu muito o estilo e se dedicou a aprender a fazê-lo. Em 2015, Lara representou o Brasil no Festival Internacional de Punta del Este.

ELETROACORDES – Liga na tomada! Aumente o som e redobre a atenção. A banda provoca seus ouvidos com o mais autêntico rock! Sitiada em Porto Alegre, atua há 5 anos nos pagos gaúchos transcendendo pela música eclética – sem rótulos, receitas prontas ou jargões pré-fabricados –  e plugada nas origens do blues, jazz, pop rock psicodélico e anos 70. Com Fabrício Costa (vocal/guitarra), Rodrigo Vizzotto (Vocal/baixo/teclado) e Elio Bandeira (Bateria).

SALTO QUÂNTICO – Desde 2012 na cena do teatro de Porto Alegre, têm os músicos Alexandre Camargo ( vocal), Paulinho Barcellos (guitarra), Jair Rosa ( baixo), Rafael Gaffrée (bateria) e Thiago Correa (teclado) trazendo um rock autoral honesto com uma pegada do rock clássico anos 70.

O Espaço Cultural 512 fica na rua João Alfredo 512, Cidade Baixa, Porto Alegre (RS). O evento, aberto ao público, tem apoio da TVE e FM Cultura.

 

Assessoria de Imprensa

Jornalista Rodrigo Vizzotto – (51) 9132.1312 –

Foto Eletroacordes – divulgação

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Publicado por em Fevereiro 16, 2016 em Uncategorized

 

Esther Bianco abre sua nova exposição no MARGS

 

Esther Bianco abre sua nova exposição, Organicidade, em três salas

do Museu de Arte do Rio Grande do Sul – MARGS

ESTHER BIANCO foto ACHUTTI (3).jpg

A mostra se inaugura dia 18 de fevereiro, às 19h, e segue até 23 de março

 

A exposição Organicidade, de Esther Bianco, apresenta uma ampla coleção de sua pintura recente, na qual explora múltiplos sentidos e complexidades de estruturas em rede. Acompanha este conjunto, ainda, uma mostra inédita de sua produção em gravura em metal, abrangendo o período dos anos 60 até a atualidade, e uma breve retrospectiva de sua produção pictórica dos anos 80 e 90, num total de mais de 50 obras.

 

A mostra, que se inaugura dia 18 de fevereiro às 19h, ocupa três galerias do MARGS: João Fahrion, Ângelo Guido e Pedro Weingartner e estará dividida, respectivamente em pinturas recentes, gravura em metal e retrospectiva e pinturas dos anos 80 e 90. O lançamento do catálogo será no dia 10 de março, também às 19h.

 

Pintora e gravadora, com exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior, Esther Bianco possui obras em acervos públicos e privados, sobretudo na França, Itália, Holanda e Brasil. Formada pela UFRGS em 1961, lecionou na Universidade de Passo Fundo, na década de 60. Atuou na militância estudantil, durante a graduação no Instituto de Artes, mantendo-se engajada nas questões sociais e culturais ao longo de sua trajetória, destacando sua participação na criação do Núcleo de Gravura / RS e na diretoria da Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa. Cursou inúmeros ateliês de pintura e gravura. Sobre processo criativo, participou do curso ministrado por Charles Watson e oficina de Ana Flávia Baldisserotto. Esther participou, recentemente, de três edições do Salão do Outono, em São Paulo, no Memorial da América Latina, nos anos de 2013, 2014 e 2015. Em 2014 foi indicada ao Prêmio Açorianos de Artes Plásticas.

 

Organicidade – exposição de pinturas e gravuras de Esther Bianco

Abertura dia 18 de fevereiro de 2016, às 19h

Visitação de 19 de fevereiro a 23 de março de 2016

Salas João Fahrion, Ângelo Guido e Pedro Weingartner – MARGS / Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli

Fotos: ACHUTTI

Lançamento do catálogo (produzido pela Dígrapho) dia 10 de março às 19h

Informações para a imprensa:

bebê baumgarten / bd divulgação
(51) 3028.4201 e 8111.8703
bebebaumgarten@terra.com.br

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ESTHER BIANCO foto ACHUTTI (1).jpg

 
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Publicado por em Fevereiro 12, 2016 em Uncategorized

 

Sergio Camargo: Luz e Matéria, na Fundação Iberê Camargo

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Fundação Iberê Camargo recebe Sergio Camargo: Luz e Matéria 

Exposição vai apresentar mais de 60 obras de um dos mais importantes nomes das artes visuais do século XX no Brasil. De 3 de março a 12 de junho, mostra tem curadoria de Paulo Sergio Duarte e Cauê Alves.  

A Fundação Iberê Camargo e o Itaú Cultural reafirmam sua parceria levando ao público mais uma exposição de grande relevância no cenário artístico nacional. Dia 3 de março, a instituição em Porto Alegre inaugura a mostraSergio Camargo: Luz e Matéria com trabalhos de um dos mais importantes nomes das artes visuais do século XX no Brasil. Com curadoria de Paulo Sergio Duarte e Cauê Alves, a mostra reúne, até 12 de junho, mais de 60 obras de colecionadores privados e do espólio do artista.  

A exposição é um novo recorte da versão exibida no Itaú Cultural em São Paulo, entre novembro de 2015 e fevereiro de 2016, e Porto Alegre é a primeira cidade a recebê-la, após seu encerramento na Capital paulista. Na Fundação, a exposição ocupa dois andares com trabalhos de grande formato e em menor dimensão Sergio Camargo; torres e relevos em formas que jogam com a luz e a sombra, esculpidos em mármore carrara branco ou negro belga, datadas entre as décadas de 1960 e 1980. O conjunto faz uma síntese das sucessivas experiências de Sergio Camargo (1930-1990).  

A itinerância de Sergio Camargo: Luz e Matéria para a Fundação Iberê Camargo é marcada ainda com o lançamento de um catálogo inédito publicado pela instituição gaúcha em parceria com o Itaú Cultural, contendo um registro fotográfico das montagens em Porto Alegre e em São Paulo. O conteúdo conta a trajetória do artista e apresenta imagens das obras expostas em ambas instituições, incluindo uma reprodução do último ateliê que pertenceu ao artista, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.

 Sergio Camargo

O artista nasceu em 1930 no Rio de Janeiro. Aos 16 anos, estudou na Academia Altamira, em Buenos Aires, na Argentina. A escola, fundada em 1946, propunha uma arte de vanguarda, sín­tese do que se pode apreender pelos sentidos e marcada pelas descobertas científicas da época. Lá, estudou com Emilio Pettoruti (1892-1957) e Lucio Fontana (1899-1968).

Em 1948, viajou à Europa. Estudou com Gaston Bachelard (1884-1962), que, entre outros temas, se dedicou à filosofia da ciência e à análise das bases subjetivas da criação poética. Estudou Merleau-Ponty (1908-1961), que acabara de publicar Fenomenologia da Percepção. Visitou frequentemente o ateliê do escultor Constantin Brancusi (1876-1957), descrito como o “pioneiro da extrema simplificação das formas” pela Galeria Tate. Após o contato com a obra do pintor Wassily Kandinsky (1866-1944), decidiu trabalhar com os recursos do abstracionismo.

A década de 1950 foi pontuada pela experimentação nesse es­tilo, com um retorno ao figurativismo, sob a influência de Henri Laurens (1885-1954), precursor do cubismo na escultura. Traba­lhou com bronze, gesso, alumínio e, após um curso com Margaret Spence, com pedra-sabão.  

Testou novos métodos de criação na década de 1960, nos quais o acaso ganhou papel relevante e em que estão presentes o gesso, a areia e o tecido. Iniciou a série de relevos, investigando os modos de perceber e dispor a matéria, além de suas relações com a luz. Trabalhou em madeira e mármore. Em Paris, estudou sociologia da arte com o historiador Pierre Francastel (1905-1970).

Em 1970, deu continuidade aos relevos. Sergio Camargo agregou a eles partes cilíndricas, chamadas “trombas”, que se expandem da obra “para fora” e implicam outro efeito no espaço. No período, pas­sou a compor o grupo de artistas e críticos ligado à Galeria Luiz Buarque de Hollanda & Paulo Bittencourt, do qual participavam os escultores Waltercio Caldas, Iole de Freitas, Tunga e José Resende.

Nos anos 1980, fez a série Ovos – objetos ovais com incisões e perfurações. Nessa década, participou de várias exposições indi­viduais e coletivas. A exposição do seu trabalho foi significativa durante toda a sua carreira: participou, entre outras exposições, da Bienal de São Paulo, da Bienal de Veneza e da Bienal de Teerã. Morreu em 1990. 

Mais de 40 acervos e coleções públicas conservam obras do ar­tista, entre eles o Centro Pompidou, em Paris; o Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires (Malba); a Galeria Tate, em Londres; o Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA); o Mu­seu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP) e o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ). 

SERVIÇO 

O QUÊ| QUANDO| Sergio Camargo: Luz e Matéria  – 3 de março a 12 de junho

ONDE | Av. Padre Cacique, 2000 – (51) 3247-8000

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO| De terça a domingo (inclusive feriados), das 12h às 19h (último acesso às 18h30)

ENTRADA FRANCA| As empresas Gerdau, Itaú, Vonpar e Banco Votorantim garantem a gratuidade do ingresso

SITE | www.iberecamargo.org.br  

TWITTER | @F_IbereCamargo

FACEBOOK |www.facebook.com/fundacaoiberecamargo

Google+: Fundação Iberê Camargo

YOUTUBE | http://www.youtube.com/user/FundacaoIbereCamargo

INSTAGRAM | @F_IbereCamargo

TRANSPORTE | As linhas regulares de lotação que vão até a Zona Sul de Porto Alegre param em frente ao prédio, assim como a linha de ônibus Serraria 179. É possível tomá-las a partir do centro da cidade ou em frente ao shopping Praia de Belas. O retorno pode ser feito a partir do BarraShoppingSul, por onde passam diversas linhas de ônibus com destino a outros pontos da cidade.

Fonte: Neiva Mello

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Publicado por em Fevereiro 12, 2016 em Uncategorized

 

Espetáculo QUAQUARELA – Bando de Brincantes

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Espetáculo QUAQUARELA realiza 102ª apresentação

QUAQUARELA é um espetáculo criado a partir de brincadeiras folclóricas, quadrinhas, parlendas e adivinhas populares. Aqui, o Bando de Brincantes dá continuidade a características marcantes de sua trajetória: inspiração no universo infantil, diálogo com a cultura popular, música ao vivo, movimentação acrobática e materiais artesanais. Os brincantes em cena, Viviane Juguero, Éder Rosa e Toneco da Costa, constroem uma sequência de situações lúdicas, nas quais a brincadeira transforma constantemente o ambiente, as situações e as atmosferas.

O espetáculo recebeu Prêmio Tibicuera de Melhor Dramaturgia, Melhor Trilha Sonora e Melhor Ator, dentre outras cinco indicações. Realizou 101 apresentações em mais de 30 cidades gaúchas, em eventos do SESC, Secretarias da Educação e da Cultura, além de ser apresentado em Seminários e Cursos de Formação de Professores, como, por exemplo, em edições do Pacto pela Alfabetização na Idade Certa.

Confira a proposta artístico-pedagógica, comentários do público e da crítica, além de todo o roteiro e fotos na dissertação “Bando de Brincantes: um caminho dialético no teatro para crianças”. O texto também traz o histórico do Bando de Brincantes, além de diversas reflexões sobre a relação do teatro para crianças com o universo artístico (criação, produção e recepção) e com o desenvolvimento infantil (sentidos, percepções, afetos e cognição). Basta fazer download no link http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/97657

Pequeno resumo sobre a peça no link http://www.bandodebrincantes.com.br/?pg=11234

 
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Publicado por em Fevereiro 12, 2016 em Uncategorized

 

Memória – 50 Anos Theatro São Pedro (registro)

Primeira apresentação no Brasil da peça teatral Nossa Cidade…clássico de
Thornton Wilder – no TEATRO SÃO PEDRO EM 1966…..
Papel infantil como Wally Webster de Zé Augustho Marques com 8 anos de idade (foto). Participação Histórica do grande ator David Camargo. Direção de João Carlos Caldasso…Esta peça teve caravana em apresentações por vários teatros do R.S. Jornal Correio do Povo….. Acervo Fala Brasil..

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Na foto: Grupo Teatral SESC – Bernadete Iriart, Beti Barbosa, Zé Augustho Marques (menino) e Celso Veiga

www.zepoesia.blogspot.com

 
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Publicado por em Janeiro 28, 2016 em Uncategorized

 

Exposição de Marilene Bittencourt e Fernando Ricardo

 

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Publicado por em Janeiro 28, 2016 em Uncategorized

 

Eis o que somos!

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Se você for fazer um balanço deste 2015, comece por tantas coisas boas que aconteceram.
Precisamos olhar com os olhos do BEM. Tempos difíceis!
 
Na retaguarda os “embrulhos” e “barulhos” que o ano trouxe, despertou e acordou mais um pouco da realidade.
 
No horizonte que se faz a minha frente, não há limites.
 
Há uma longa estrada que ainda não consigo alcançar seu finito.
 
Me vejo em busca de algo mais. Algo que me faça sonhar e realizar sonhos.
 
Acredito no sorriso. Acredito nas boas ações. Acredito no Ser Humano…
 
Penso que meu corpo adormecido um dia acordou para uma nova alma.
 
Penso que minha alma curiosa dos encantos deste mundo,
 
achou-se capaz deste experimento, do sentir e construir, 
 
do ser e estar presente em uma experiencia encantadora: VIDA!
 
E vejo, que o tempo é relativo em todas as ocasiões.
 
Vejo, que eu sou relativa ao meu tempo, ao meu momento do estar.
 
Minha mente é minha melhor companheira. Aquela de todos os momentos!
 
Solidão não é algo insensato, mas algo para aprendermos a lidar com sentimentos.
 
Todos os dias acordo um pouco mais para as coisas cotidianas que envolve-nos em vida.
 
Vida que começa, passa e termina.
 
O que precisamos fazer?
 
Pensar. Obter conhecimento. Experimentar. Surpreender. Amar, Sofrer, conquistar, perder, ganhar…e tudo mais.
 
Tudo em um globo, um círculo que gira. Onde estamos? O que nos direciona a este experimento?
 
Quanto penso no tamanho que somos diante desta infinitude! 
 
Diante de tantos mundos e tantos universos…
 
E, para dimensionar o que somos, só mesmo experimentando as duas faces do desconhecido.
 
Aquilo que nos torna únicos e muitos. Que nos torna história, que nos compõe em memória.
 
Um DNA, Um Átomo. Uma partícula… “eis o que somos”!
 
Tempo, tempo, tempo!
Rosane Scherer
janeiro 2016
 
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Publicado por em Janeiro 27, 2016 em Uncategorized