RSS

ECO EM HORIZONTE, de Fabricio Gambogi

ECO EM HORIZONTE
fabricio-gambogi-eco-em-horizonte.jpg

A existência da música neonascentista de Fabricio Gambogi , em seu CD – Eco em Horizonte , abre ao nascer do incidente visual de garatujas pinceladas pela artista plástica Gaby Benedicti, traduzindo pontos aquarelísticos que se entronizam como “ecos musicais” incríveis para grupos de Câmara….. Violino, viola, oboé, clarinete, piano, contrabaixo, percussão e vibrafone…., nos levam para a universalidade oriental dos musicistas hindús, do dualismo persa, das práticas e teorias surgidas em torno das vibrafonias de raiz, também, da poesia musicada iâmbica da grécia antiga que nesta obra estão autenticadas pela pesquisa original desse músico moderno  da nossa terra. “Ecos” de aplausos a todos os músicos envolvidos …. CD mais que recomendável para curtir.

 

Zé Augustho Marques

poeta e crítico de arte

http://www.zepoesia.blogspot.com

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em Abril 18, 2016 in Uncategorized

 

TRAGÉDIA DA COMÉDIA BRASILEIRA‏

WP_20160323_017.jpg

TRISTE ALEGRIA, de quem não vê que estamos afundando
com essa gente…. Que é incongruente, incipiente, e que mente e desmente na cara da gente, rindo do povo indigente, invalidando
sonhos com dólares em suas contas corrente, usando Deus com
brados pungentes, meu deus que gente doente, dedicando homenagens para todos os seus entes, usando a bandeira brasileira como se fosse um ingrediente, abraçando patifes com sorrisos lenientes, xingando vinganças com bafos excrementes, sujando
passados, lembrando ausentes, levantando cartazes com bordões
insuficientes, registrando ao mundo seus disparates reticentes, desrespeitando dignidades pungentes, semeando ódios muito mais
que inssurgentes, renovando todos os seus gerúndios maledicentes,
afogando a memória com mentiras dementes, rasgando a carta maior com versinhos diligentes, comandando a tragédia com
sorrisinhos recorrentes, aplandindo palhaços com palmas deprimentes, abraçando inimigos antigos e recentes, gritando
por liberdade ao microfone indiferente, jogando confetes para
a plateia de ineficientes, rindo na cara do povo sem dentes,
chamando de presidente o réu maior dessa tragédia superlativamente mais que indecente…. Socorro eu acho
que morri nesse dia inconstitucionalissimamente….. 

Zé Augustho Marques….intermitente de uma
poesia irreverente nascida de uma tragicomédia
surrealísticamente inconsequente……mas com
esperança consciente daqui para frente…
em tempo: acho que Dilma caiu porque quis ser presidenta
e não Presidente!               17.04.2016

http://www.zepoesia.blogspot.com

 

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em Abril 18, 2016 in Uncategorized

 
Image

Apaga a Luz a Faz de Conta que Estamos Bêbados

ImageProxy.jpg

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em Abril 12, 2016 in Uncategorized

 

VIVA, A POETA NELI GERMANO FAZ 60 ANOS!‏

Adroaldo Bauer (jornalista), entrevista a Poeta Neli Germano

893809_498202783576864_1270452590_o.jpg

No livro Casa de Infância, publicado impresso pela Microeditora Gente de Palavra, Neli Germano convoca as lembranças primeiras que nos acompanham pela existência. Mais: refaz o mundo que viveu, traz ao presente o que nunca nos deixa: o que vamos sendo.

Gaúcha de Torres, 60 anos em 10 de abril de 2016, Neli Germano mora em Porto Alegre, trabalha na gestão do Arquivo Geral da federação das Indústrias do estado há mais de 20 anos.

E é poeta.  

Concilia o universo do trabalho assalariado e doméstico, os cuidados da casa, a rotina pesada requerida de mãe de três filhos já criados, de provedora da subsistência com a arte da poesia.

E que poesia, pessoas!

Um trabalho derivado do espontâneo e da palavra pesquisada, garimpada, pra que melhor expresse o adivinhado nos sentidos, o pressuposto no ainda inexistente. O momento próximo dos sentidos de mulher.

Assim, com Neli Germano, nascem prontos muitos poemas.
11667287_922885414441930_3540623587753705907_n.jpg

Adroaldo Bauer – A leitura de teu livro Casa de Infância te revela poeta a quem ainda não te conhecesse em versos outros. Esse livro aparece como pra ti?

Neli Germano – Casa de Infância aparece como resultado de um caminho poético percorrido, desde 1996, quando comecei a ensaiar meus primeiros versos. Foi a partir desse livro que me surpreendi poeta.

12278884_999536903443447_183123842495208983_n.jpg

Adroaldo Bauer – Quando teu sentir e olhar o mundo à volta passou a te cobrar expressar tuas impressões por escrito?

Neli Germano – Em dois momentos distintos: meu sentir primeiro cruzou meu eu. Uma espécie de terapia através da escrita. Considero salvação. O mundo me cobrava algo desconhecido até então, minha autonomia. Minha liberdade. Meu jeito fêmea de enfrentamento e de “empoderamento”. O segundo momento foi a partir do outro, provocada a escrever poemas sociais. O que muitos interpretam como poesia panfletária.

Adroaldo Bauer – Avalias que a maternidade, teu trabalho para a subsistência e criação da prole estão em tua poesia como?

Neli Germano – Como alento e encantamento. Também, como inquietação constante em busca de transformação. Preciso da tempestade, que revira a terra, tanto quanto da aurora, que a alimenta e ilumina.

Adroaldo Bauer – A tua circunstância no mundo e tua visão consciente desde o universo do trabalho se articulam como com a tua poesia?

Neli Germano – Minha fala poética interage com esse universo em busca de conexão entre o que é visto como a realidade e a transformação desta mesma realidade.

Adroaldo Bauer – Como resolves teus momentos de inspiração pra chegar ao poema. É um trabalho com método, é mais espontâneo que pesquisado, escreves e reescreves uma mesma ideia?

Neli Germano – Meu trabalho é mais espontâneo. Obviamente, pesquiso palavras que melhor expressem o que quero dizer. Alguns poemas nascem prontos, outros carecem de desbaste. Aprecio o poema síntese. Quando componho, fico atenta a qualquer palavra ouvida ou lida. A qualquer imagem. A palavra que caberá no poema pode surgir de uma observação captada em uma caminhada.

Adroaldo Bauer – Participas de saraus poéticos – a tua poesia falada, dita a outro te toca de que modo? E ao dizer ali a poesia de pessoas outras, como te sentes?

Neli Germano – De um modo perturbador. Talvez a palavra correta seja nua. De repente o outro observe uma “pinta” ainda não descoberta por mim… O ato de expor o que se escreve, ao meu olhar, é instigante. Gosto desse strip-tease. Porque também tem o lado do prazer. O prazer de emocionar alguém. Do aplauso. Ler outro poeta é ter a oportunidade de conhecê-lo um pouco mais, e sentir-se em sua companhia. Sinto-me bem lendo outras pessoas, elas gostam quando leio seus poemas (até onde sei).

Adroaldo Bauer – Fazes poemas em versos livres. Te sentes pertencendo a alguma escola da poesia, influenciada pelo estudo e leitura de alguma poesia em particular?

Neli Germano – Não me sinto pertencida a qualquer escola de poesia. Leio poesia de muitos autores, mas não me sinto influenciada por algum poeta em particular. No entanto, ao concluir Casa de Infância, senti que havia qualquer coisa ali da poeta mineira Adélia Prado. Não estou imune à influência. Somos um pouco do que lemos.

10407008_770600913003715_6784258912448054314_n.jpg

Adroaldo Bauer – Tua vida familiar e profissional ajudou e ajuda tua expressão poética? Compreendem, te apoiam, estranham o que fazes de arte?

Neli Germano – Trouxe a poesia da infância, primeiro a ouvir o canto do bem-te-vi, de olhos fechados. Depois com Navio Negreiro de Castro Alves e os poetas Manoel Bandeira e Cecília Meireles. Meu pai (87) tinha muitos livros de poesia. Ele também é poeta, apesar de não ter publicado. Muitas vezes o surpreendi a escrever versos. Meu fazer poético teve início em meados dos anos 90, apoiada e compreendida não só pelos familiares e colegas de trabalho, como também pela comunidade em que atuo. Quanto ao estranhamento, penso que tenha sido eu a mais surpreendida em se ver fazendo arte.

Adroaldo Bauer – Quando dás por acabado um poema, o queres dar a conhecer, entregá-lo ao olhar de pessoas que leem por qual principal razão?

Neli Germano – Tenho a pretensão que meu leitor se encante (ou se surpreenda) tanto quanto eu com o poema. Que me diga suas impressões de acordo com sua subjetividade. Busco crítica.

Adroaldo Bauer – Tens projetos para publicação de mais poemas teus também impressos?

Neli Germano – Sim. Pretendo lançar meu segundo livro ainda em 2016, uma coletânea dos poemas que compus desde 1996.

Adroaldo Bauer – Como foi conciliar o universo do trabalho assalariado e doméstico, os cuidados da casa, a rotina pesada requerida de mãe, de provedora da subsistência com a tua arte?

Neli Germano – Sim, Adroaldo! Essa trajetória foi desafiadora e prazerosa. Ouso dizer, sem nenhum escrúpulo, que foi audaciosa. Assim tem sido. Agradeço aos meus familiares, colegas, amigos de diversas tribos, entre estes os poetas, o apoio que tenho recebido nesta minha singela vida literária.

Adroaldo Bauer – Agradecemos tua contribuição. Tens mais algo que gostaria de dizer ao leitor do Jornal Fala Brasil nesta entrevista?

Neli Germano – Agradeço pela oportunidade de ser entrevistada pelo Jornal Fala Brasil, uma referência de mídia cultural em Porto Alegre. Sinto-me honrada. Agradeço, também, aos que chegaram comigo ao final desta entrevista.

12512377_1060901597306977_6225452160886801573_n.jpg

Texto: Adroaldo Bauer (FB)     Fotos: Arquivo pessoal da poeta

https://www.facebook.com/neli.germano

 

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em Abril 9, 2016 in Uncategorized

 

Sopapo Poético – Banda AfroEntes

Banda AfroEntes é atração no Sopapo Poético no dia 19 de março no Instituto Cultural Afrosul Odomodê

ImageProxy 2.jpg

AfroEntes: diversidade de ritmos marca a apresentação do grupo. Crédito: Lia Rodrigues

A programação especial que marca os quatro anos do projeto Sopapo Poético ponto negro da poesia, um sarau dedicado à poesia e à música negra, tem continuidade no próximo dia 19 de março, sábado, às 19h, no Instituto Cultural Afrosul Odomodê, quando ocorre o Sarau Poesia Negra Gaúcha, uma roda de poesia negra, destacando os autores/as afrogaúcho/as. A banda AfroEntes (RS) é a convidada e faz o encerramento do encontro. 

A banda AfroEntes surgiu em 2015 em Porto Alegre/RS, com a proposta de trabalhar a música negra em sua diversidade de ritmos, expressando a identidade afro-gaúcha.  Em seu repertório autoral, mescla a tradição afro com a sonoridade contemporânea, em temas dançantes, afirmativos e reflexivos. Nesta edição do Sopapo Poético, os AfroEntes farão uma pequena mostra de suas composições em versões acústicas, com Nina Fola (voz e percussão), Pâmela Muniz (voz e percussão), Vagner do Rosário (percussão) e Vladimir Rodrigues (violão).

O projeto Sopapo Poético ponto negro da poesia tem a finalidade de promover ações de promoção e difusão da literatura afro-brasileira, por isso prevê a realização de saraus temáticos, lançamento de uma antologia poética e de um vídeo-documentário. A programação comemorativa se desenvolverá ao longo de março e abril com debates, shows musicais, leituras, performances, feiras de empreendedorismo negro, em espaços descentralizados da cidade e para um público diversificado e de todas as idades, sempre com entrada franca. A programação completa você acompanha pelohttps://www.facebook.com/Sopapo-Po%C3%A9tico-382632388511319/?fref=ts

Referências:

http://www.nonada.com.br/2015/11/sopapo-poetico-o-tambor-no-peito-da-comunidade-negra-de-porto-alegre/

https://www.youtube.com/watch?v=WbPw4Sj0gSAhttps://www.youtube.com/watch?v=WbPw4Sj0gSA

SERVIÇO

O Quê: Sarau Poesia Negra Gaúcha, tendo como convidado a banda AfroEntes.

Quando: Dia 19 de março de 2016, sábado, às 19h, dentro da programação do projeto Sopapo Poético  ponto negro da poesia.

Onde: Instituto Cultural Afrosul Odomodê (Avenida Ipiranga, 3850), Porto Alegre-RS.

Quanto: Entrada franca.

Este projeto foi selecionado pela Bolsa de Fomento à Literatura do Ministério da Cultura

REALIZAÇÃO:

Associação Negra de Cultura – ANdC

APOIOS:

Ministério da Cultura

SIMPA – Sindicato dos Municipários de Porto Alegre

Boteko do Caninha (Areal da Baronesa)

Centro Cultural CEEE – Érico Veríssimo

Afro-Sul Odomodê

Associação Comunitária e Cultural Quilombo do Areal

Assessoria de Imprensa: Silvia Abreu (MTB 8679-4) | 14/03/16

Fones: (51) 92772191(Claro) | (51) 8133.6787 (Tim)

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em Março 14, 2016 in Uncategorized

 

Livro da Cia GENTE FALANTE. Lindo e Importante material.

001 Fala Brasil Ft Rosane Scherer0015.jpg

Recebi, na semana passada a visita do querido amigo Paulo Fontes, baiano “bonequeiro” da maior capacidade, meu amigo de 20 anos na Cultura em Porto Alegre, que tem o trabalho junto com o Eduardo Custódio, também bonequeiro, que em ocasiões diversas estiveram com o Fala Brasil!  Nos eventos distribuindo, realizando e divulgando Cultura.

Paulo me presenteou com o livro Cia Gente Falante História, Processos e Perspectivas uma lição de vida, história e Arte no Teatro de Bonecos e animações. Simplesmente, Ma Ra Vi Lho So material, para pesquisa, leitura e conhecimento. Uma trajetória de 23 anos do fazer!

002 Fala Brasil Ft Rosane Scherer0017 cópia.jpg

Fiquei FELIZ por eles e por nós e além, principalmente para a CULTURA que terá disponível mais uma fonte que relata vivência, fomento, realizações no Brasil e fora.

003 Fala Brasil Ft Rosane Scherer0022 cópia.jpg

004 Fala Brasil Ft Rosane Scherer0022 cópia.jpg

005 Fala Brasil Ft Rosane Scherer0022 cópia.jpg

006 Fala Brasil Ft Rosane Scherer0022 cópia.jpg

O livro teve lançamento no SESCRS em novembro de 2015, junto a uma exposição fotográfica, reunindo material captado nas apresentações e nos processos de produção e confecção, por 25 fotógrafos e ilustradores do Brasil e exterior.

O lançamento do livro faz parte das ações do Projeto de Manutenção de Repertório 23 anos da Cia. Gente Falante – Teatro de Bonecos, contemplado pelo edital de Fomento Cultural da prefeitura de Porto Alegre no valor de R$ 100 mil.

Neste 2016 os “bonequeiros” pretendem continuar a divulgação do livro e do trabalho, participando em Festivais e eventos além de projetos em seu próprio espaço na R. General Cypriano Ferreira, 628 – Centro Histórico em Porto Alegre/RS. Contatos: (51) 3227.7974 – (gentefalante@gmail.com) – (51) 8417.9835 / 8417.9841

 
Deixe o seu comentário

Publicado por em Março 7, 2016 in Uncategorized

 

Tá tudo invertido mesmo. Tá tudo estranho.

cegueira 1.jpg

É triste ver a “Cegueira” de um povo… é triste ver uma mídia podre e tendenciosa, fazendo “lavagem cerebral”, uma política corrupta com políticos desonestos, ver a violência tomando conta de nossos espaços de liberdade, ver a saúde, a educação, a cultura sendo desmantelada, demasiadamente massacrada em sua dignidade… e ainda ver nossas “Riquezas”, tantas que temos, serem entregues ao capitalismo selvagem… O “Nosso pré-sal” não é nosso, mas da ganância dos “poucos”, que estão dominando este país, entregando-o aos inimigos do bem… e não é questão de partido, mas de bandidos… quadrilhas e quadrilhas de várias “bandeiras”…

É triste ver a “Cegueira” de um povo, dominado pelas mentiras, pela mídia, pelos crimes em nome da fé em um Deus que julga e mata!

Tá tudo invertido mesmo. Tá tudo estranho.
Será um pesadelo e precisamos acordar?
Será a vinda de uma nova dimensão que precisamos alcançar?
Será que estamos no Buraco de Minhoca e precisamos passar?
Ou quem sabe, algo do futuro chegou, para mudar o passado, e transformar esse presente?

Como tudo é energia e nossos pensamentos é que formam essa realidade em que vivemos, poderíamos aproveitar desta fase boa da “ciência com a consciência” e exigirmos “coletivamente” que as coisas mudem e melhorem, não é mesmo? Pois… tô aqui “PENSANDO!”…

 
Rosane Scherer
 
Deixe o seu comentário

Publicado por em Fevereiro 27, 2016 in Uncategorized